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prática 12Construir e Desvencilhar
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A visão psicanalítica vai por um caminho, a espiritualista por outro, e em muitos pontos elas se encontram.

 

Vou expor aqui o que faz sentido pra mim, nesse momento de vida, com base nas minhas experiências e estudos.

 

Dizemos “Ego” em grego, nos referindo exatamente a “Eu”.

Nem bom, nem ruim, apenas eu.

 

O Ego é a construção da nossa personalidade.

É a identidade que a mente constrói para si.

A ROUPAGEM que utilizamos em sociedade.

As características, idéias, modo de vida, autoimagem.

O Ego é a Katherine, brasileira, mulher, professora de Yoga, filha, irmã, tia e tudo o que compõe essa personagem.

São as funções desempenhadas.

 

Nada tem a ver com falsidade ou dupla personalidade, soberba ou fingimento. Mas sim, com a idéia de IDENTIDADE.

A idéia de quem sou eu, que faz de mim eu e não o outro.

 

E tudo bem com isso, não é?

É nossa maneira de viver aqui nessa realidade, terceira dimensão material.

 

A questão fica de fato problemática quando existe uma identificação exacerbada com essa personalidade, criando a ilusão de que não existe nada além. De que sua maior missão é proteger esse personagem e construir cada vez mais uma história melhor para ele.

 

E então o que começa a acontecer é que na ânsia de alimentar esse personagem, os interesses desse EU vão passando por cima de necessidades alheias e benefícios ao Todo. Opiniões vão ficando fortes e incontestáveis por uma necessidade de definir “o que sou” e “o que não sou”. E é desse lugar que brotam comportamentos corrosivos como o egocentrismo, a vaidade e o egoísmo.

 

É interessante notar que a existência do Ego é completamente natural. Ele faz parte do Ser complexo que é você.

 

No entanto, o sofrimento é amenizado quando se tem a consciência de que você é muito mais do que o personagem que assume.

 

O sofrimento existe porque:

EU queria

A pessoa ME magoou

Preocupo-me com o que pensam de MIM

A MINHA receita deu errado

O que EU faço agora?

 

Percebe que é @ fulaninh@ que ta triste?

A consciência ali dentro não pode ficar triste.

 

E além disso, tudo o que alimenta o Ego fica no raso da sua existência. Como você vai acessar um estado profundo de contentamento alimentando algo extremamente superficial?

 

É mesmo de se esperar que pessoas passam a vida inteira batalhando para criar uma história incrível para seu personagem e morrem de desgosto por não encontrar a felicidade que lhes é prometida pela “vida perfeita” considerada pela sociedade e sedimentada pelas propagandas na TV e outras mídias.

 

Tudo o que te fere, não fere sua essência. Fere de alguma forma o seu Ego. Porque existe uma identificação com ele.

Isso também é normal (não natural), porque aprendemos assim.

Ou alguém na escola te ensinou que na verdade você é uma consciência, e todos os outros assuntos que estamos abordando aqui?

 

O maior medo do Ego é morrer.

Então por falta de informação, caímos na armadilha de pensar que temos lá uns 80 anos para construir e proteger essa personalidade.

Tudo o que sai do controle ou expõe esse Eu a situações consideradas “ruins” é motivo de sofrimento.

Quanto mais a pessoa se identifica com o seu Ego, mais sofrimento é gerado porque ela se sente instável, perdida, desapontada, fora de controle.

 

Tudo o que falo aqui é na intenção de colocar em palavras para que sua mente decodifique.

A essência mesmo está na experimentação.

Silenciar é literalmente despir-se desse uniforme por alguns instantes e EXPERIENCIAR a Essência.

 

Se você é da turma pré pandemia que praticava dentro de salas com outras pessoas, com certeza já presenciou seu Ego se comparando e muitas vezes até competindo de alguma forma com colegas de prática. Praticando sozinha(o) também, quem nunca ultrapassou limites pensando que estava avançando na prática?! Ou até, você já se permitiu sentir uma dorzinha para que a foto ficasse bonita?

 

Sempre digo que o Yoga expõe. É muito comum que dores físicas apareçam no início, para que depois o bem estar se instale. Fortes emoções podem ser acessadas, para que sejam curadas. Da mesma forma nosso Ego é escancarado quando dizemos “sim” ao Yoga, para que então aprendamos a domá-lo.

 

Além de ser uma prática de autoconhecimento, as práticas de asanas são visuais. Ou seja, são passíveis de análises e julgamentos. Não vejo (de maneira clara) o que você está pensando, mas a posição do seu corpo sim. Por isso, é muito fácil observar os movimentos do Ego buscando aprimorar essa personalidade. Tornar-se mais isso, menos aquilo e mostrar aos outros quem sou.

 

Sabendo disso nos tornaremos ainda mais conscientes do funcionamento humano e como agir no Yoga e na vida. O corpo é trabalhado, mas não toma atenção da prática inteira. O “Eu” é considerado, mas busca pelo o que existe embaixo dessa carcaça. E me reconheço em todos esses elementos mas não me prendo a nenhum.

 

Para acessar a magia do Yoga, ultrapassar o próprio Ego é essencial.

🕯️Os estudos sobre EGO se desdobram de diversas maneiras 🕯️

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nos vemos! 💜

É incrível ter um direcionamento correto, não é?

O que você viu é só um pedacinho da jornada do Minha Amiga, Mente.

Em breve na plataforma da Hotmart

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